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Sistema Coca-Cola Brasil devolve à natureza o dobro da água usada para produzir bebidas

Sistema Coca-Cola Brasil: para cada gota que usamos, devolvemos duas
(Crédito:  Divulgação)

29/08/2016

O Sistema Coca-Cola Brasil anunciou nesta segunda-feira (29/8) que passou a devolver à natureza o dobro da água que usa em seu processo produtivo, por meio de programas de reflorestamento e conservação de bacias hidrográficas e de eficiência e reúso nas fábricas. No Brasil, os programas já atingem mais de 103 mil hectares. 

O desempenho do Brasil contribuiu para que a The Coca-Cola Company e seus engarrafadores atingissem a meta global de repor no meio ambiente toda a água que utilizam na produção de suas bebidas. É a primeira empresa da lista das 500 maiores da revista Fortune a alcançar esse resultado. A meta global de reposição – anunciada também nesta segunda-feira em Estocolmo, durante a Semana Mundial da Água – estava prevista para 2020, ou seja, foi atingida em 2015 com cinco anos de antecedência.

Segundo uma avaliação global feita pela LimnoTech, consultoria internacional especializada em temas ambientais, auditada pela consultoria Deloitte e conduzida em associação com a organização não governamental The Nature Conservancy (TNC), o Sistema Coca-Cola no mundo devolveu à natureza um volume estimado em 191,9 bilhões de litros de água em 2015. A reposição do equivalente a 115% da água utilizada nas bebidas da Coca-Cola no ano passado foi feita por meio de projetos com comunidades.

Projetos beneficiam comunidades em 71 países

“Essa conquista representa um momento de orgulho para a Coca-Cola e os nossos parceiros.  Uma meta que começou com uma aspiração em 2007 é hoje uma realidade e um marco global em nosso plano para manter o crescimento do nosso negócio" , disse Muhtar Kent, CEO da The Coca- Cola Company. "Agora, cada vez que um consumidor bebe um produto Coca-Cola, pode ter certeza de que a empresa e seus engarrafadores estão comprometidos com o uso responsável da água hoje e amanhã. Estamos cientes de que o nosso trabalho responsável da água não acabou e permanecemos focados em explorar próximos passos para fazer avançar nossos programas de água e desempenho".

O Sistema Coca-Cola atingiu suas metas de reabastecimento de água por meio de 248 projetos de parceria em cerca de 2 mil comunidades de 71 países voltados ao acesso seguro à  água, à proteção de bacias hidrográficas e da água para uso na produção. Em muitos casos, os projetos também têm o objetivo de dar acesso a saneamento e educação, de ajudar a melhorar os meios de subsistência locais, auxiliar as comunidades na adaptação às alterações climáticas, elevar a qualidade da água, aumentar a biodiversidade e engajamento político e conscientização dos desafios relacionados à oferta de água. Mas estes projetos não são contabilizados – não entram no cálculo de reposição da Coca-Cola.

Bolsa Floresta permite retenção de água na Bacia Amazônica

Entendendo a importância da Bacia Amazônica para o balanço hídrico do país, desde 2009 a Coca-Cola Brasil apoia o Programa Bolsa Floresta, desenvolvido pela Fundação Amazonas Sustentável. Com 40 mil beneficiários em 15 comunidades ribeirinhas, o programa reduziu em 75% o desmatamento das áreas mapeadas, com a garantia de renda para os participantes. A manutenção da “floresta em pé” permite atualmente a geração e a retenção da água na Bacia Amazônica.

No Sudeste, a Coca-Cola Brasil participa da Coalizão Cidades pela Água, uma iniciativa da TNC para restaurar e conservar matas ciliares de rios e nascentes que abastecem mais de 60 milhões de brasileiros, em 12 regiões metropolitanas. O projeto prevê ações nos estados de São Paulo (Bacias do Alto Tietê e dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí), Minas Gerais (bacia do Rio das Velhas) e Espírito Santo (do Rio Doce).

Além disso, o Sistema Coca-Cola Brasil, que reúne dez fabricantes, reduziu em 28% o volume de água necessário para produzir um litro de bebida, desde 2000. Nos últimos anos, foram feitos investimentos em linhas de produção para reaproveitamento da água do enxágue nas lavadoras de embalagens e reúso dos descartes nas estações de tratamento (ETA), entre outras medidas.

No mundo, o Sistema Coca-Cola anunciou em que aumentou sua eficiência hídrica global em 2,5% entre 2014 e 2015, chegando a uma redução total de 27% no volume de água necessário para produzir um litro de bebida.

Marco importante e novo padrão para outros usuários, diz WWF

Pedro Massa, diretor de Valor Compartilhado da Coca-Cola Brasil, frisa que a empresa continuará os esforços para aprimorar cada vez mais a gestão hídrica: “Trabalharemos permanentemente em boas práticas na gestão desse recurso, tão fundamental para sociedade e para o nosso negócio”, explica Massa. 

“Toda vida depende da água, mas menos de 1% da água do mundo é doce e acessível. Das geleiras aos estuários, devemos ser responsáveis por todo o sistema se esperamos garantir água para todos", disse Carter Roberts, presidente do World Wildlife Fund (WWF). "Isso significa que as parcerias fazem diferença. Este é um marco importante na contínua liderança da Coca-Cola na gestão da água e estabelece um padrão para outros usuários de água".

Sobre a The Coca-Cola Company

A The Coca-Cola Company (KO, na Bolsa de Valores de Nova Iorque) é a maior companhia de bebidas do mundo, atendendo a consumidores com mais de 500 marcas gasosas e não-gasosas. Liderado pela Coca-Cola, uma das marcas mais valiosas e reconhecidas do mundo, o portfólio da nossa companhia apresenta 20 marcas de US$ 1 bilhão, 18 delas com opções de baixa ou nenhuma caloria, incluindo:  Diet Coke, Fanta, Sprite, Coca-Cola Zero, vitaminwater, POWERADE, Minute Maid, Simply, Georgia, Dasani, FUZE TEA e Del Valle.  Globalmente, somos o fornecedor número 1 de bebidas gasosas, cafés prontos para beber, sucos e bebidas de sucos.  Por meio do maior sistema de distribuição de bebidas do mundo, consumidores em mais de 200 países saboreiam nossas bebidas a uma taxa de 1,9 bilhão de copos/dia.  Com um compromisso permanente com a construção de comunidades sustentáveis, nossa companhia está focada em iniciativas que reduzam nossa pegada ambiental, suportem um estilo de vida ativo e saudável, crie um ambiente de trabalho seguro e inclusivo para nossos associados e melhorem o desenvolvimento econômico das comunidades em que atuamos.  Juntamente com nossos parceiros fabricantes, estamos entre os 10 maiores empregadores privados do mundo, com mais de 700.000 associados no sistema.  Para informações adicionais, visite Coca-Cola Journey em www.coca-colacompany.com, siga-nos no Twitter em twitter.com/CocaColaCo, visite nosso blog, Coca-Cola Unbottled, em www.coca-colablog.com ou encontre-nos no LinkedIn em www.linkedin.com/company/the-coca-cola-company.

Sobre a Coca-Cola Brasil

O Sistema Coca-Cola Brasil é o maior produtor de bebidas não alcoólicas do país e atua em sete segmentos – água, café, chás, refrigerantes, néctares, sucos e bebidas esportivas – com uma linha de mais de 141 produtos, entre sabores regulares e versões zero ou de baixa caloria. Composto por 10 grupos parceiros de fabricantes, o Sistema emprega diretamente 69 mil funcionários, gerando cerca de 600 mil empregos indiretos. Entre 2012 e 2016, terão sido investidos R$ 14,1 bilhões, valor 50% superior ao dos cinco anos anteriores. O Sistema Coca-Cola Brasil está empenhado em incentivar iniciativas que melhorem o desenvolvimento econômico e social das comunidades em que opera. Para isso, conta com uma plataforma de valor compartilhado, o Coletivo Coca-Cola, que já impactou a vida de mais de 130 mil pessoas por meio de toda a cadeia de valor da empresa.   


Eventos gratuitos promovidos por Médicos Sem Fronteiras conectam Recife com a ajuda humanitária

Foto: Juan Carlos Tomasi/MSF

27/08/2016

Organização humanitária internacional apresenta exposições, filmes, debates e contação de histórias para diversos públicos; abertura oficial terá cinema a céu aberto no Parque Dona Lindu

A partir de 27 de agosto até 11 de setembro, Recife será sede do Conexões MSF, que leva a cidades brasileiras eventos sobre a organização internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) e o tema da ajuda humanitária. Conexões MSF, organizado em colaboração com instituições e empresas locais, inclui exposições, filmes, conversas, passeio ciclístico, além de uma intervenção artística num muro da cidade. As atividades foram distribuídas em diferentes horários e locais para promover uma conexão entre a população do Recife e a ajuda humanitária.

“O objetivo do Conexões MSF é aumentar o conhecimento do público sobre estas crises, o trabalho da organização e o sofrimento enfrentado pelas pessoas atendidas em nossos projetos”, explica a diretora de comunicação de MSF-Brasil, Alessandra Vilas Boas.

A ampla programação foi pensada para diferentes públicos, das crianças a profissionais especializados. Ela inclui, ainda, a pré-seleção de candidatos para trabalhar com MSF em cerca de 70 países. Haverá também um debate entre profissionais de MSF e representantes de instituições locais sobre doenças negligenciadas, como a doença de Chagas.

Uma sessão de cinema a céu aberto no Teatro Luiz Mendonça e na esplanada do Parque Dona Lindu marcará a abertura oficial do Conexões MSF. A exibição do filme Affliction – o Ebola na África Ocidental será seguida de um bate-papo com profissionais de MSF e contará com a mediação do jornalista Francisco José. O evento terá, ainda, a participação dos cordelistas Davi Teixeira e Meca Moreno.

Este e outros quatro documentários – Acesso à Zona de Perigo, Caminhos da Vacina, Fogo nas Veias e MSF (Un)limited serão exibidos nos auditórios Jaime Scherb/UPE, Jorge Lobo/CCS/UFPE e nas unidades Paço da Alfândega e Shopping RioMar da Livraria Cultura, assim como na Fundação Joaquim Nabuco. Algumas das sessões serão seguidas de bate-papos com profissionais experientes nos contextos abordados.

Conexões também é o nome da exposição fotográfica montada na Galeria Janete Costa. As 72 imagens sintetizam o trabalho de MSF, que atende pessoas em meio a conflitos armados, epidemias, desastres naturais ou sem nenhum acesso a cuidados de saúde. Essa ajuda é oferecida exclusivamente com base na necessidade das populações atendidas, sem discriminação de raça, religião ou convicção política, e de forma independente de poderes políticos e econômicos.

Já no Parque da Jaqueira, é possível ver a mostra interativa itinerante Caminhos da Vacina. Por meio de fotos, vídeos, textos e mapas, o visitante conhecerá os desafios para vacinar populações em áreas remotas do mundo. Barreiras que impedem, anualmente, cerca de 22 milhões de crianças com menos de um ano de idade de serem adequadamente imunizadas contra os principais algozes da infância.

Ali no parque e na Vila 7, sessões de contação de histórias prometem despertar a solidariedade nas crianças, abordando temas como refugiados e doença de Chagas de forma lúdica.

Atividade exclusiva para profissionais e estudantes de comunicação, a oficina de jornalismo Ajuda humanitária em pauta – como cobrir conflitos armados, desastres naturais e epidemias discutirá o trabalho de organizações que atuam em meio às piores crises do mundo e dará dicas sobre como fazer as coberturas desses contextos.

O Conexões MSF se propõe, ainda, a levar para cada cidade visitada uma intervenção artística de caráter permanente, para manter viva a lembrança da ajuda humanitária. A partir de relatos de profissionais de MSF sobre suas experiências em diversas situações, artistas convidados representam com sua arte o que interpretam dos textos. No Recife, a realização deste Diário de Arte caberá ao Cores do Amanhã Movimento Social e Cultural. A obra ficará na Rua Barão Rodrigues Mendes, ao lado do Posto de Informações Turísticas no Recife Antigo.

Serviço

O que: Conexões MSF – Recife conectado com a ajuda humanitária, série de eventos gratuitos promovidos pela organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras em colaboração com Avianca Cargo, Cia. Agora Eu Era, Cores do Amanhã Movimento Social e Cultural, Davi Teixeira, Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana, Fundação Joaquim Nabuco, Galeria Janete Costa, J. Sholna Reproduções Gráficas Especiais, Livraria Cultura, Meca Moreno, Parque Dona Lindu, Parque da Jaqueira, Porto Social, Rafa Mattos, Secretaria de Mobilidade e Controle Urbano, Secretaria de Cultura do Recife, Secretaria de Turismo e Lazer, Teatro Luiz Mendonça, Universidade de Pernambuco, Universidade Federal de Pernambuco e Vila 7

Quando: 27 de agosto a 11 de setembro, em diversos horários – ver programação; abertura oficial será marcada por uma sessão de cinema a céu aberto seguida de bate-papo com profissionais de MSF em 28 de agosto, às 19h; as exposições permanecerão mais tempo na cidade – Caminhos da Vacina até 25 de setembro e Conexões até 02 de outubro

Onde: A sessão de cinema a céu aberto será no Teatro Luiz Mendonça e esplanada do Parque Dona Lindu. Demais eventos acontecem na Fundação Joaquim Nabuco, Galeria Janete Costa, Livraria Cultura Paço da Alfândega e Shopping RioMar, Parque da Jaqueira, Recife Antigo do Coração, Universidade de Pernambuco, Universidade Federal de Pernambuco, Vila 7 e Rua Barão Rodrigues Mendes, ao lado do Posto de Informações Turísticas no Recife Antigo
Programação completa disponível em msf.org.br/conexoes

Programação completa disponível em msf.org.br/conexoes


Defesa organiza doações para o Haiti

27/08/2016

O Ministério da Defesa, em parceria com a Cruz Vermelha Brasileira, realiza a 2° Campanha de Solidariedade ao Haiti, que tem por objetivo arrecadar alimentos e roupas, entre outros itens, para doação a crianças haitianas. A campanha, que é coordenada pelo Institution Sacré Coeur Jésus do Haiti e pelo Ordinariado Militar do Brasil, teve início no dia 15 de junho e vai até 30 de setembro. Já foram arrecadados mais de 20 toneladas de alimentos não perecíveis, roupas e material de limpeza.

A campanha irá beneficiar crianças e suas famílias, totalizando cerca de mil pessoas.

A campanha irá beneficiar meninos e meninas, com idade entre 3 e 10 anos, e suas famílias, totalizando cerca de mil pessoas. Muitas destas crianças perderam seus pais no terremoto ocorrido em janeiro de 2010, e foram acolhidas por parentes ou vivem em orfanatos.

Freiras do Institution Sacré Coeur Jésus do Haiti com as doações recebidas.

A expectativa é recolher entre 60 e 70 toneladas até o final da campanha, que está organizada em 12 cidades: Brasília, São Paulo, Bauru (SP), Marília (SP), Adamantina (SP), Ribeirão Preto (SP), Anápolis (GO), Goiânia, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Florianópolis.

Preparativos

Para tratar dos procedimentos técnicos e o envio dos itens arrecadados, um grupo de trabalho reuniu-se na última terça-feira (23), na Cúria Militar do Ministério da Defesa. Na reunião, coordenada pelo arcebispo militar do Brasil, Dom Fernando Guimarães e pelo assessor especial do Gabinete do Ministro, Demétrio Carneiro da Cunha Oliveira, foram definidas a logística de transporte nos pontos de coletas espalhados pelas cidades brasileiras. No Rio de Janeiro, por exemplo, os itens serão estocados no 1º Depósito de Suprimento do Exército (1ºDSup), e posteriormente, passarão por desembaraçados alfandegários, colocados em container para só então o embarque em navio.

O transporte dentro do território nacional conta com o apoio de empresas e do Exército. Brasileiro. No trecho Rio de Janeiro-Porto Príncipe, o transporte será custeado pela Cruz Vermelha. A data de entrega das doações na capital haitiana está prevista para o dia 10 de dezembro.

O arcebispo militar do Brasil, Dom Fernando Guimarães reuniu-se com o grupo de trabalho, no ministério da Defesa, para tratar dos procedimentos técnicos e o envio dos itens arrecadados.

O arcebispo militar do Brasil, Dom Fernando Guimarães reuniu-se com o grupo de 
trabalho, no ministério da Defesa, para tratar dos procedimentos técnicos e o envio 
dos itens arrecadados.

Participaram ainda da reunião, o conselheiro nacional da Cruz Vermelha Brasileira (CVB), Fernando Antunes, o coordenador de Diplomacia Humanitária da CVB, André Camargo, a coordenadora da Campanha Nacional, Tânia Maria Borges e o ecônomo do Ordinariado Militar, coronel Gregoratto.

O que doar

Alimentos não perecíveis (leite em pó, arroz, açúcar, café, feijão, óleo, farinhas em geral, enlatados e macarrão), material de limpeza e escolar (exceto livros e cadernos), roupas, calçados, enxoval para bebê e tecidos.

Doações em Brasília (DF)

Local: Colégio Cor Jesu (Sagrado Coração de Jesus)
Endereço: Avenida L2 sul - Quadra 615 - Bloco G.

*Entrega na recepção da escola, de segunda a sexta-feira, das 7h às 17 horas, e aos sábados, das 8h às 12 horas

(*) Favor informar que as doações são para a Campanha de Solidariedade às crianças do Haiti.
Mais informações com Tânia (61) 99213-1031 ou Sandra (61) 99214-5321.

Por Ten Fayga Soares



Jogos Paralímpicos terão atletas refugiados pela 1ª vez

O atleta refugiado sírio Ibrahim Al- Hussein vai competir nos 50 e 100 metros nado 
livre na classe S10 - Divulgação/Acnur

27/08/2016

Ibrahim Al-Hussein e Shahrad Nasajpour integram a Equipe de Atletas Paralímpicos Independentes; competidores são originários da Síria e do Irã
  
Dois atletas que foram forçados a deixar seus países de origem vão participar, pela primeira vez, dos Jogos Paralímpicos Rio 2016 pela Equipe de Atletas Paralímpicos Independentes. Segundo informações da Agência da ONU para Refugiados (Acnur), os atletas são da Síria e do Irã.

Ibrahim Al-Hussein, que cresceu em Deir ez-Zor, na Síria, foi atingido por uma bomba em 2013, ao tentar ajudar um amigo. Ele perdeu a parte inferior de sua perna direita, abaixo do joelho. Ibrahim então fugiu para a Turquia e, em 2014, viajou em um barco inflável para a Grécia, onde vive refugiado até hoje.

Após a lesão, Ibrahim pensou que nunca nadaria novamente. "Depois de 22 anos de treinamento, o meu sonho finalmente se tornou realidade", afirmou o atleta, que desde criança treinava natação com seu pai. Nos Jogos Paralímpicos, Ibrahim irá competir nos 50 metros e 100 metros nado livre na classe S10. Em abril, Ibrahim conduziu a Tocha Olímpica dos Jogos Rio 2016 por um campo de refugiados em Atenas.

O outro atleta que irá participar da Paralimpíada como independente é Shahrad Nasajpour, um iraniano que teve concedido o pedido de refúgio nos Estados Unidos, mas ainda não é considerado refugiado. Shahrad tem paralisia cerebral e competirá no arremesso de discos, na classe esportiva F37.

Segundo a Acnur, a população de refugiados e deslocados internos no mundo já ultrapassa 65 milhões. “Os atletas deslocados vão levar uma mensagem de esperança, não só para os milhões de pessoas deslocadas com deficiência em todo o mundo, mas para todas as pessoas, em todos os lugares”, diz a Acnur.

Na Olimpíada do Rio de Janeiro, realizada neste mês, uma equipe de 10 atletas refugiados participou também de forma independente.

Fonte: Portal Brasil, com informações da Agência Brasil


Rock In Rio 2017 anunciará 1ª atração durante Amazônia Live, diz Medina

Evento no AM terá Plácido Domingo, Ivete Sangalo e Andreas Kisser.
Projeto quer incentivar população a abraçar a causa da sustentabilidade.

27/08/2016

Empresário Roberto Medina é o responsável
pelo Rock In Rio (Foto: Divulgação)
O evento Amazônia Live deste sábado (27) não terá apenas apresentações de Plácido Domingo, Ivete Sangalo e Andreas Kisser. O presidente do Rock in Rio (RIR), Roberto Medina, disse ao G1 que os shows em Manaus terão ainda o anúncio da primeira atração internacional do RIR, que acontece em 2017 no Rio de Janeiro.

“Já tinha fechado os contratos e achei que era legal antecipar. Ia fazer o anúncio só no final de setembro”, disse, sem especificar se a banda já tocou em edições anteriores do Rock in Rio.

O projeto Amazônia Live é realizado pela primeira vez este ano. No entanto, o ‘embrião’ já existia, segundo Medina. Ao G1, o empresário destacou a preocupação que a marca Rock in Rio tem com o lado social - o slogan “Por Um Mundo Melhor”, lançado no festival de 2001, cimentou essa movimentação.

“Eu queria fazer mais. Me veio a ideia de fazer o compromisso social do RIR. Foi uma experiência riquíssima para a marca Rock in Rio e para mim,  sentir aquelas pessoas, porque muda a vida deles”, lembra.

Medina ainda não sabe se o Amazônia Live terá outras edições, a exemplo do próprio Rock in Rio. "Eu vou ficar nos próximos três anos batendo no tema do meio ambiente. Se O Amazônia Live é o tema que eu vou sustentar ao longo do tempo, eu não sei. Pode ser que eu entenda que, do ponto de vista de comunicação internacional, [seja interessante] fazer uma festa na Patagônia. Onde tiver uma natureza exuberante, a gente pode fazer", destacou.

Amazônia Live será realizado neste fim de semana,
no Amazonas (Foto: Reprodução)
Mobilização ambiental

Durante o evento deste sábado, será lançada a campanha de mobilização que incentiva a população a abraçar a causa, sob o mote “Mais do que Árvores, Vamos Plantar Esperança”.  O festival pretende plantar, pelo menos, um milhão de árvores para a restauração de áreas na cabeceira e nascentes do Rio Xingu.

"[No Rock in Rio 2001 decidi que] na minha vida eu não faria nenhum evento que não tivesse um projeto social", frisou Medina. "A questão do meio ambiente não é mais para os filhos ou para os netos. É para agora. A cada dia, tem mais catástrofes. O RIR tem que se aproveitar disso. A partir daí começamos a pesquisar o meio ambiente. A Amazônia tem uma responsabilidade", acrescentou o empresário.

O evento terá abertura em um palco flutuante montado no Rio Negro, com as mesmas dimensões do Palco Mundo do Rock in Rio. O show poderá ser acompanhado pelo mundo inteiro, com live streaming pela internet e em todo o Brasil com transmissão do canal Multishow.

A Orquestra Amazonas Filarmônica e o Coral do Amazonas participarão, assim como o guitarrista Andreas Kisser, que fará a primeira apresentação da noite, seguido pelo tenor autista Saulo Lucas. Ivete Sangalo cantará "Circle of Life", da trilha sonora do filme "O Rei Leão" e, ao lado do tenor Plácido Domingo, interpretará "Aquarela do Brasil", de Ary Barroso.

Depois da apresentação no palco flutuante, Ivete fará show gratuito na praia de Ponta Negra, Zona Oeste de Manaus. A expectativa é que 200 mil pessoas estejam no local para assistir à apresentação da baiana.

Fonte: G1 Amazonas


Sete métodos de pesquisa alternativa ao uso de animais são reconhecidos no Brasil



27/08/2016

A clássica imagem da pesquisa científica feita em uma sala cheia de ratos presos em gaiolas pode ficar desatualizada com o avanço de métodos alternativos. Novas técnicas que, em vez de animais do filo dos cordados, utilizam para testes larvas de insetos ou até mesmo culturas de células criadas em laboratório vêm sendo desenvolvidas ao redor do mundo. No Brasil, mais sete desses métodos foram reconhecidos e deverão substituir definitivamente alguns procedimentos tradicionais para testar a possível agressão de um produto aos olhos, à pele, ao sistema reprodutor e a reação térmica do organismo.

Um dos testes a ser trocado é o que avalia o potencial de irritação e corrosão ocular. Cada novo lote de colírio fabricado, por exemplo, é testado no olho de coelhos ou outra espécie antes de ser comercializado. Agora é feita a mesma avaliação em uma cultura de células, in vitro. Nem sempre, porém, os métodos alternativos substituem totalmente os testes em seres vivos. Alguns deles apenas deixam os experimentos mais precisos, de forma a diminuir o número de seres expostos ao teste.

Como explica a professora Nilza Maria Diniz, especialista em bioética da Universidade Estadual de Londrina e da Sociedade Brasileira de Bioética, a discussão sobre o uso de animais em pesquisas, além de ciência, envolve questões morais e filosóficas. “Qual o interesse de todo mundo? Não ter dor.” A professora defende que isso deve ser um objetivo em relação a não humanos também, mas não vislumbra um cenário em que os animais não sejam mais necessários às pesquisas.

Talvez “quando o mundo estiver todo virtual”, avalia ela, evocando filmes de ficção científica e fazendo um exercício de imaginação. “Sinto que a gente tem uma forma maniqueísta de ver as coisas”, comenta, se referindo a setores da sociedade que defendem o fim imediato das pesquisas com animais e outros que pensam apenas no progresso da ciência.

A discussão, esclarece o professor Marcel Frajblat, do Instituto de Biofísica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, é bastante recente. Vem da década de 70. “Nas aulas eu comparo com a preocupação com o meio ambiente.” Antes disso, praticamente ninguém questionava. Hoje, segundo ele, há uma pressão enorme da sociedade em relação ao sofrimento dos animais usados nos laboratórios. O professor também explica que a grande maioria dos métodos alternativos é teste de segurança, havendo uma infinidade de outros experimentos que ainda não contam com técnicas parecidas.

Além destes sete métodos alternativos reconhecidos recentemente, o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (CONCEA) já havia aprovado outras 14 técnicas em 2014. Essas aprovações têm força de lei, e os institutos de pesquisa têm cinco anos para se adequar.

Segundo o Conselho, existem diversos outros métodos, mas que ainda não foram validados. Do ponto de vista do custo, o CONCEA diz que não há grande diferença entre os procedimentos tradicionais e os alternativos já que a manutenção de grandes biotérios com vários animais nas condições ideias para pesquisa é muito cara.

Fonte: IstoÉ


Desenvolvimento urbano incorpora departamento de Meio Ambiente da Fiesp

27/08/2016

O Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado (PDUI), aprovado em 2015, é equivalente a um Plano Diretor, mas surge com duas inovações: o excesso de regulação sobre o território foi consolidado em um único documento e, ao final do processo de discussão e audiências, será transformado em Projeto de Lei para votação na Assembleia Legislativa.

As informações foram dadas por Fernando Barrancos Chucre, diretor-presidente da Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano (Emplasa), órgão técnico da Casa Civil do governo do Estado.

Haverá obrigatoriedade de apresentação do plano a cada três anos, envolvendo a participação dos governos estadual e federal, prefeituras e sociedade civil. O seu não cumprimento incorrerá em improbidade administrativa.

As propostas e os debates estão distribuídos em diversos temas, como transportes, meio ambiente, uso do solo, saneamento, habitação, recursos hídricos. As áreas foram escolhidas após análise de concentração e problemas localizados em relação à oferta de empregos, posicionamento do parque industrial, oferta de transporte e logística, além da precariedade habitacional que guarda relação com áreas ambientais, como as de mananciais.

O PDUI contém um macrozoneamento e abrange governança interfederativa, fundos e financiamento, sistemas de informação e monitoramento e instrumentos de desenvolvimento urbano integrado.

Segundo Chucre, as propostas podem ser feitas por meio do site, nas plataformas disponibilizadas, e seguem diretamente para discussão nos grupos de trabalho. Também estão sendo realizadas audiências nos municípios e oficinas sub-regionais. O diretor-presidente da Emplasa foi receptivo ao envio de sugestões por parte do setor empresarial.

Produção de nozes

O potencial de mercado é enorme. Basta parar e observar que, assim como você, mais pessoas incluem, todos os dias, as nozes e castanhas como opção saudável de alimentação. Uma escolha que, do campo à mesa, tem tudo para ganhar força no Brasil. Para debater o assunto e apresentar os exemplos das empresas e as mais recentes pesquisas acadêmicas na área, será realizado, na última segunda-feira (29), o V Encontro Brasileiro e I Encontro Latino Americano de Nozes e Castanhas. O evento será na sede da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), na Avenida Paulista, das 8h às 15h30.

“Em 2015, o Brasil exportou US$ 135 milhões em nozes. No Chile, esse valor foi de US$ 300 milhões”, afirma o 3º vice-presidente do Ciesp e diretor de Nozes e Castanhas do Departamento de Agronegócio da Fiesp (Deagro), José Eduardo Camargo. “Temos muito o que crescer: no Chile, o aumento das vendas externas foi de 15 vezes nos últimos dez anos”./portal da Fiesp



Cartilha grátis ensina técnicas de bioconstrução

A cartilha é extremamente útil para quem deseja entender melhor a bioconstrução 
e conhecer detalhes de diferentes técnicas. | Foto: Earthship/Facebook

27/08/2016

O material foi criado pelo MMA e está disponível para download gratuito.

A bioconstrução se baseia no princípio de que é possível construir tendo um impacto ambiental muito baixo. Para promover este conceito e apresentar técnicas práticas, o Ministério do Meio Ambiente disponibiliza gratuitamente uma cartilha on-line para capacitação e informação acerca do tema e suas devidas metodologias.

Apesar de ter sido criado para um curso do Programa de Apoio ao Ecoturismo e à Sustentabilidade Ambiental do Turismo – Proecotur, o material é extremamente útil para quem deseja entender melhor a bioconstrução e conhecer detalhes de diferentes técnicas sustentáveis e ambientalmente corretas de construção.

Um dos intuitos desta cartilha é oferecer opções para que as comunidades tenham autonomia e sejam capazes de, através de técnicas tradicionais, garantirem suas necessidades sem a dependência de outros grupos. Neste sentido, o primeiro passo é pensar além do comum, é enxergar todos os materiais, sejam eles naturais ou residuais como matéria-prima em potencial.

Utilizar materiais locais, como terra, pedra, palha e madeira é outro ponto de destaque na cartilha. Com esta mudança de paradigmas, o programa passa para a segunda etapa, a observação das condições climáticas, para que os elementos naturais, como o sol e o vento, sejam usados como aliados na obra.

A apresentação de diferentes técnicas tradicionais e eficientes para a construção forma o terceiro bloco de instruções. Superadobe, adobe, COB, taipa de mão, taipa de pilão, são apenas algumas das metodologias apresentadas com detalhes e exemplos práticos. Os cuidados necessários com o abastecimento e saneamento também estão detalhados no material.

O livreto é indicado para qualquer pessoa que queira aprofundar seus conhecimentos acerca da bioconstrução e também para quem deseja iniciar uma obra sustentável e não sabe por onde começar. Além de ter menos impactos ambientais, este tipo de construção custa muito menos do que as tradicionais.

Clique aqui para fazer o download da cartilha.

Fonte: CICLOVIVO


A propaganda eleitoral e seu impacto no meio ambiente



27/08/2016

A propaganda eleitoral não causa apenas aborrecimento para muitas pessoas. Ela também agride o meio ambiente

De dois em dois anos, alguns meses antes das eleições, os partidos são autorizados a começar a fazer propaganda eleitoral. Isso significa, na prática, alto-falantes, realização de comícios, e muitos panfletos nas ruas. Consequentemente, isso proporciona diversas fontes de poluição e um grande impacto no meio ambiente. É o que diz o estudo em direito ambiental de Karina Marcos Bedran, chamado “Processo Eleitoral Brasileiro: Impactos ambientais e o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado“.

“É possível verificar os impactos ambientais gerados pelo processo eleitoral na ocorrência de várias formas de poluição, decorrentes principalmente da propaganda eleitoral: poluição visual, sonora, atmosférica, eletrônica, geração de resíduos sólidos e poluição do solo, além do consumo de recursos naturais”, conta Bedran, mestre em direito ambiental e desenvolvimento sustentável.

A fonte de poluição do nosso processo eleitoral mais visível é, sem dúvida, o famoso “santinho”, aquele panfleto com o número dos candidatos que é amplamente reproduzido e distribuído nessa época. O seu destino, na maioria das  vezes, é o chão, gerando uma grande quantidade de lixo, entupindo bueiros e causando enchentes, além do consumo de recursos naturais para a sua produção.

“Para cada tonelada de papel produzido, são consumidos aproximadamente 20 árvores e 100 mil litros de água. Segundo informações do TSE*, nas eleições municipais de 2012, foi necessária a derrubada de aproximadamente 600 mil árvores e o consumo de 3 bilhões de litros de água no país para a produção desse material”, diz Bedran.

Quanto à poluição atmosférica, as eleições também contribuem para o aumento de CO2 na atmosfera. “Nas Eleições de 2012, o valor declarado na prestação de contas dos candidatos referente ao consumo de combustível e lubrificante equivaleria a mais de 110 milhões de litros de gasolina, que, consumida, geraria cerca de 250 mil toneladas de CO2 equivalente”, acrescenta. 

Além da poluição atmosférica, do consumo de recursos naturais e produção de lixo, a propaganda eleitoral também corrobora para a poluição sonora, com os comícios fora do horário permitido por lei; e visual, com a fixação de propaganda eleitoral por toda a parte, até em locais não autorizados.

Mas o que fazer para minimizar os impactos?

Pouca gente para e reflete sobre o impacto ambiental causado pelas eleições. Entretanto, para Bedran, os nossos governantes deveriam fazer isso, pois há a necessidade de uma mudança na norma eleitoral para que esse impacto seja minimizado.

“A legislação eleitoral deve ser revista para que haja uma regulamentação mais adequada sobre a propaganda eleitoral, que limite o consumo de recursos naturais e exija medidas mitigadoras ou compensatórias, assim como está previsto na legislação ambiental para atividades potencialmente poluidoras ou degradadoras do meio ambiente. Dessa forma, deveria ser incluída dentre as obrigações dos candidatos e partidos políticos a comprovação de índices de reciclagem e de recomposição de vegetação nativa em áreas degradadas, de acordo com a quantidade de material gasto na campanha.”

Se houvesse uma regulamentação mais condizente com os danos causados, talvez poderíamos ter uma eleição mais limpa. Mas, pensando em atitudes mais práticas que candidatos e eleitores podem adotar nessas eleições, aqui estão algumas ideias:

Aos candidatos

• Se for fazer panfletagem, utilize papel reciclado ou papel semente. O papel semente é um tipo de papel que se regado e plantado em terra fértil, germina, pois tem sementes dentro dele. A utilização de papéis reciclado e semente agrega conceitos de sustentabilidade a sua campanha. Outra sugestão é usar os meios digitais, que não poluem;

• Utilizará camisetas em sua campanha? Por que não fazer camisetas ecológicas? Elas são criadas a partir da reutilização de garrafas PET. Além de contribuir com o meio ambiente, você estará sendo responsável socialmente, ajudando a gerar renda aos catadores e cooperativas;

• Que tal trocar "carro de som" por "bicicleta de som"? O apelo sustentável será visível, além de reduzir emissões de CO2.

Aos eleitores

• Aceite apenas panfletos que utilizará na sua votação. Caso pegue algum santinho de candidato que não lhe interessa, guarde-o até encontrar um lixo para descartá-lo. O ideal é procurar por lixeiras de coleta seletiva;

• Procure candidatos engajados em causas ambientais. Hoje, é impossível pensar em administração pública sem pensar em sustentabilidade.

Leve tudo isso em conta na hora do voto. O país e o meio ambiente agradecem.

*Os dados apresentados pela mestra em direito ambiental Karina Marcus Bedran estão de acordo com informações fornecidas pelo Dr. Paulo Tamburini, juiz auxiliar da Presidência do Tribunal Superior Eleitoral, no painel “Impacto ambiental da propaganda eleitoral”, apresentado no Congresso do TSE de 07 de dezembro de 2012.

Fonte: Ecycle

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