Nova missão da ONU no Haiti tem como objetivo fortalecer o Estado de direito no país

Bandeira da ONU é levantada na cerimônia de lançamento da MINUJUSTH. 
Foto MINUJUSTH/Logan Abassi

10/01/2018 

A chefe da nova Missão das Nações Unidas de Apoio à Justiça no Haiti (MINUJUSTH), Susan Page, disse que a operação terá como foco exclusivo fortalecer o Estado de direito no país.

“O novo mandato estabelecido pelo Conselho de Segurança da ONU é trabalhar com o governo haitiano para fortalecer suas instituições de Estado de direito. Também continua a apoiar a polícia nacional haitiana e a trabalhar para a Justiça e os direitos humanos — e isso inclui informação, monitoramento e análise”, disse ela em entrevista ao UN News.

A chefe da nova Missão das Nações Unidas de Apoio à Justiça no Haiti (MINUJUSTH), Susan Page, disse que a operação terá como foco exclusivo fortalecer o Estado de direito no país.

“O novo mandato estabelecido pelo Conselho de Segurança da ONU é trabalhar com o governo haitiano para fortalecer suas instituições de Estado de direito. Também continua a apoiar a polícia nacional haitiana e a trabalhar para a Justiça e os direitos humanos — e isso inclui informação, monitoramento e análise”, disse ela em entrevista ao UN News.

A MINUJUSTH também inova ao estabelecer uma estratégia de saída. “Em dois anos, podemos estabelecer como (vamos sair do país), mas com metas de progresso isso pode ser medido”, salientou.

A chefe da missão declarou que a equipe da ONU no país criou uma estratégia com foco nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que promovem sociedades mais justas, pacíficas e inclusivas, e está trabalhando em conjunto com o governo haitiano.

“É uma forma de unir toda a equipe da ONU no país, junto com a missão de paz, para atingir esses objetivos”, declarou, acrescentando que o governo “já disse ser um parceiro nessa busca para atingir seu próprio desenvolvimento”.

Page explicou que enquanto a MINUJUSTH está quase exclusivamente baseada na capital, Porto Príncipe, também terá uma “abordagem móvel” que levará equipes para outras regiões do país — atingindo um maior número de pessoas.

A chefe da missão disse ao UN News que as equipes irão focar em paz, justiça e Estado de direito para ajudar a população haitiana a determinar suas necessidades, e então conectá-la com figuras políticas de alto nível para verificar como a ONU pode ajudar o governo a atender essas necessidades.

“Uma vez que tiverem uma ideia sobre o que a população está buscando, sobre o que precisam saber, esperamos que essa abordagem de baixo para cima e de cima para baixo ajude o Haiti a fortalecer suas próprias instituições com um pouco de nossa ajuda”, explicou.

Page vê essa nova abordagem como um novo modelo de operações de paz, lembrando que com o objetivo de fazer mais com menos, “uma das formas de atingir mais pessoas é sermos mais flexíveis e mais móveis”.

Sobre a situação em campo, Page afirmou que o sistema político no Haiti está mais estável. “Agora que o Haiti elegeu oficiais em todos os níveis, incluindo nos níveis locais, temos algo com que trabalhar”.

Sobre o combate ao cólera no país, Page expressou esperança de que o Haiti atinja a meta de zero transmissão.

“Uma das formas com as quais continuamos a trabalhar é por meio da equipe de país”, disse, mencionando a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), que estão trabalhando para fortalecer o saneamento e os sistemas de fornecimento de água.



ONU elogia acordo entre Coreias de reabrir canais militares e reduzir tensão



10/01/2018

Em nota, emitida pelo porta-voz, António Guterres, destacou ainda conversações entre Forças Armadas dos dois países e a reabertura de uma linha vermelha de telefone entre ambas as nações.

Monica Grayley, da ONU News em Nova Iorque.

As Nações Unidas saudaram o progresso anunciado em conversações de alto nível entre a Coreia do Norte e a Coreia do Sul, realizadas na terça-feira.

O anúncio foi feito pelo porta-voz do secretário-geral António Guterres.

Contatos diretos

O porta-voz, Stephane Dujarric, afirmou que o secretário-geral saudou especialmente o acordo para trabalhar no sentido de aliviar tensões militares. Guterres destacou, dentre outros pontos, a reabertura de canais das Forças Armadas, que segundo ele, são cruciais para reduzir a tensão na região.

Além disso, militares de ambos os países manterão contatos diretos e irão reativar uma linha vermelha de telefone.

O chefe da ONU também elogiou a decisão da Coreia do Norte de enviar uma delegação para os Jogos Olímpicos de Inverno, marcados para 9 a 25 de fevereiro, em PyenongChang, na Coreia do Sul.

Paz sustentável

António Guterres lembrou que as Olimpíadas podem promover uma atmosfera de paz, tolerância e entendimento entre as nações. O que é especialmente importante para a Península Coreana e outras áreas.

As Nações Unidas esperam que a oportunidade possa servir para reconhecer os esforços que ajudam a reduzir tensões, e que eles possam levar à retomada do diálogo sincero em direção da paz sustentável e da desnuclearização da Península Coreana.

Fonte: Rádio ONU

A hora e a vez da agricultura familiar



10/01/2018

Segundo o último Censo Agropecuário feito no Brasil, de 2006, 84,4% dos estabelecimentos agropecuários brasileiros pertencem a grupos familiares
   
Por Chico Junior

O Brasil é um grande produtor de alimentos, um dos maiores do mundo. Somos o terceiro maior produtor mundial de produtos agropecuários, atrás da China e dos Estados Unidos. Somos o maior produtor mundial de café, de cana de açúcar, de suco de laranja, o segundo maior de soja, o segundo em mandioca. E por aí vai.

E o Brasil é, também, grande exportador de alimentos. Por conta dessa grande produção, o café, a soja, o suco de laranja, o açúcar são importantes commodities agrícolas. O agronegócio é responsável por sete dos 10 principais produtos exportados pelo Brasil em 2017.

Mas agora segue uma informação que talvez lhe surpreenda: quando você se senta à mesa para tomar o seu café da manhã, para almoçar, para jantar, você está, basicamente, sendo alimentado pela agricultura familiar, pelo pequeno produtor brasileiro. Isso porque os grandes conglomerados agrícolas destinam grande parte da produção à exportação, deixando para o pequeno produtor a tarefa de alimentar considerável parcela da população brasileira. Segundo o último Censo Agropecuário feito no Brasil, de 2006, 84,4% do total dos estabelecimentos agropecuários brasileiros pertencem a grupos familiares. São aproximadamente 4,4 milhões de estabelecimentos, metade deles na Região Nordeste. Segundo dados da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead), ex- Ministério do Desenvolvimento Agrário, mais da metade da cesta básica do brasileiro é composta por produtos da agricultura familiar. Estima-se que a agricultura familiar é responsável por colocar em sua mesa 70% de todo o alimento que você consome cotidianamente. Para citar alguns exemplos, ela é responsável pela produção de 87% da mandioca, 70% do feijão 59% da carne suína, 58% do leite e 50% da carne de aves.

No Estado do Rio de Janeiro, a ação da agricultura familiar é marcante. Em 2006 eram mais de 44 mil estabelecimentos, representando 75% do total das propriedades rurais, responsáveis por 58% dos postos de trabalho no campo e pela produção da maior parte da produção agrícola do estado: 75% da mandioca, 68% do feijão, 67% do milho em grão, 55% do arroz e 52% do café.

Além de tudo o que se disse aí em cima, por que a agricultura familiar deve ser cada vez mais fomentada e valorizada? Primeiro porque tem dinâmica e características distintas em comparação à agricultura não familiar: a gestão da propriedade é compartilhada pela família, e a atividade produtiva é a principal fonte geradora de renda. Além disso, o agricultor familiar tem uma relação especial com a terra, seu local de trabalho e moradia. Por isso, presume-se, tem mais respeito e carinho pela terra, base do seu sustento. A diversidade produtiva também é uma característica do setor.

Ela é a base econômica de 90% dos municípios brasileiros com até 20 mil habitantes (ressalte-se que a maioria dos municípios tem menos de 20 mil habitantes), responde por 35% do PIB e absorve 40% da população economicamente ativa do país. Tem, portanto, importância econômica vinculada ao abastecimento do mercado interno e ao controle da inflação dos alimentos.

Ela é, em suma, a base da produção sustentável de alimentos.

O Brasil não é diferente do resto do mundo. Em todos os cantos do planeta, a agricultura familiar é base da alimentação. A importância que se dá ao assunto é tanta que, no último dia 20 de dezembro, a 72ª Assembleia Geral da ONU proclamou a Década para a Agricultura Familiar 2019-2028, com o objetivo principal de promover melhores políticas públicas de agricultura e propor uma oportunidade única para contribuir com a erradicação da fome e da pobreza. O documento da Resolução da Década da Agricultura Familiar foi proposto no início de outubro por um grupo de 14 países, liderados pela Costa Rica, copatrocinado por 104 nações e aprovado por unanimidade pela Assembleia Geral. A partir de agora, um plano de ação será apresentado à FAO, o órgão da ONU para alimentação e agricultura, e aos governos.

A nós, modestamente, cabe seguir as diretrizes da ONU para que o espaço da agricultura familiar no Brasil seja cada vez maior.

Fonte: O Globo


Essa Fanta é Guaraná: Coca-Cola Brasil lança primeiro refrigerante com certificação 100% Amazonas



05/01/2018, publicado em  07/06/2017

Tem novidade na família Fanta. A segunda maior marca da Coca-Cola Brasil lança Fanta Guaraná, o primeiro refrigerante que já chega ao mercado com certificação da origem do guaraná 100% Amazonas. O objetivo da empresa ao incluir guaraná nas opções de Fanta é atrair mais consumidores do mercado de sabores.

O portfólio de guaranás da Coca-Cola Brasil possui oito marcas que atendem diferentes demandas e camadas. Juntos, ocupam a segunda posição do segmento de guaraná, que por si só representa 50% dos refrigerantes de sabores.

“Nossa meta é tornar líder a marca Fanta. Depois de um quinquênio com foco no patrocínio à Copa do Mundo e aos Jogos Olímpicos por meio da ativação da marca Coca-Cola, anunciamos em 2017 um investimento do Sistema de R$ 3,2 bilhões – e podemos afirmar que Fanta recebeu uma significativa fatia desse valor”, conta Flavio Camelier, vice-presidente de Operações da Coca-Cola Brasil.

Até 15 de junho nas gôndolas de todo o país, a bebida se insere na operação de Fanta em distribuição e capilaridade, e estará disponível em todas as opções de embalagem, inclusive retornáveis. A versão zero de Fanta Guaraná chegará ao mercado em setembro.

“Fanta Guaraná chega para ocupar um lugar-chave no nosso negócio ao aliar a marca número um de sabores da Coca-Cola Brasil, especialista em jovens e de abrangência nacional, ao sabor típico do nosso país e querido pelos brasileiros”, completa Javier Rodriguez, vice-presidente de Marketing da empresa.

Grande parte das sementes de guaraná vem de pequenos produtores do Amazonas

Com o lançamento de Fanta Guaraná, a empresa consolida um portfólio de guaranás que inclui, além de Fanta, o guaraná Kuat, as marcas regionais Taí, Simba, Charrua, Tuchaua versões claro e escuro e posicionamento premium com Guaraná Jesus em mercados como São Paulo, por exemplo. O guaraná de todos esses produtos é 100% proveniente do Amazonas.

Fanta Guaraná também participa, com os demais refrigerantes Coca-Cola Brasil, da plataforma Leva Essa – que aponta ao consumidor o produto com menor preço nos pontos de venda.

Guaraná Certificado

Fanta Guaraná é 100% Amazonas. Todo volume comprado de 237 produtores do estado foi investigado por uma fonte independente e de referência, a Imaflora, que avaliou todos os elos do processo, atestando que a matéria-prima é regional.

Além disso, com o programa Olhos da Floresta, apoiamos os agricultores familiares locais na introdução da cultura do guaraná por meio de sistemas agroflorestais (SAFs). A partir de 2018, já garantimos a compra das primeiras safras de guaraná por esses sistemas.

Para saber mais sobre o lançamento, leia aqui a entrevista de Cristina Ferraz, gerente de marketing de Fanta, e Katielle Haffner, gerente de marketing para os guaranás da Coca-Cola Brasil.

Sobre a Coca-Cola Brasil

O Sistema Coca-Cola Brasil é o maior produtor de bebidas não alcoólicas do país e atua em nove segmentos — água, café, chás, refrigerantes, néctares, sucos, lácteos, bebidas esportivas e à base de proteína vegetal — com uma linha de mais de 152 produtos, entre sabores regulares e versões zero ou de baixa caloria. Composto por nove grupos parceiros de fabricantes, o Sistema emprega diretamente 62,6 mil funcionários, gerando cerca de 600 mil empregos indiretos. Em 2017, serão investidos R$ 3,2 bilhões, 10% acima da média dos últimos cinco anos. O Sistema Coca-Cola Brasil está empenhado em incentivar iniciativas que melhorem o desenvolvimento econômico e social das comunidades em que opera. Para isso, conta com uma plataforma de valor compartilhado, o Coletivo Coca-Cola, que já impactou a vida de mais de 130 mil pessoas por meio de toda a cadeia de valor da empresa.



PROJETO TAMAR: Grávida, Ivete Sangalo recebe visita de Milton Nascimento e Jorge Vercillo

Foto:Reprodução/Instagram

05/01/2018 

Artista recebeu cantores em sua casa para discutir questões do Projeto Tamar

Grávida de 7 meses de gêmeas, Ivete Sangalo recebeu a visita dos amigos Milton Nascimento e Jorge Vercillo em sua casa, em Salvador, e ainda posou exibindo o barrigão ao lado dos cantores.

"Oia que visita mais linda eu tive hoje! Meus queridos Milton Nascimento e Jorge Vercillo. Tudo gente linda do meu coração. Papo bom, música e preservação das nossas tartarugas marinhas. Todos juntos em benefício da natureza", escreveu a artista baiana na legenda da foto postada com eles no Instagram.

A visita, como Ivete adiantou, trata-se de uma reunião para o Projeto Tamar, que luta pela conservação das tartarugas marinhas e dos oceanos.


Sobre o Projeto Tamar

O Projeto Tamar-ICMBio foi criado em 1980, pelo antigo Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal-IBDF, que mais tarde se transformou no Ibama-Instituto Brasileiro de Meio Ambiente. Hoje, é reconhecido internacionalmente como uma das mais bem sucedidas experiências de conservação marinha e serve de modelo para outros países, sobretudo porque envolve as comunidades costeiras diretamente no seu trabalho socioambiental.

Pesquisa, conservação e manejo das cinco espécies de tartarugas marinhas que ocorrem no Brasil, todas ameaçadas de extinção, é a principal missão do Tamar, que protege cerca de 1.100km de praias, em 25 localidades em áreas de alimentação, desova, crescimento e descanso desses animais, no litoral e ilhas oceânicas, em nove estados brasileiros.

O nome Tamar foi criado a partir da combinação das sílabas iniciais das palavras tartaruga marinha, abreviação que se tornou necessária, na prática, por conta do espaço restrito para as inscrições nas pequenas placas de metal utilizadas na identificação das tartarugas marcadas para diversos estudos.

Desde então, a expressão Tamar passou a designar o Programa Nacional de Conservação de Tartarugas Marinhas, executado em cooperação entre o Centro Brasileiro de Proteção e Pesquisa das Tartarugas Marinhas-Centro Tamar, vinculado à Diretoria de Biodiversidade do Instituto Chico Mendes da Biodiversidade-ICMBio, órgão do Ministério do Meio Ambiente, e a Fundação Pró-Tamar, instituição não governamental, sem fins lucrativos, fundada em 1988 e considerada de Utilidade Pública Federal desde 1996.



A Fundação Pró-Tamar foi criada para executar o trabalho de conservação das tartarugas marinhas, como responsável pelas atividades do Projeto Tamar nas áreas administrativa, técnica e científica; pela captação de recursos junto à iniciativa privada e agências financiadoras; e pela gestão do programa de autossustentação. Essa união do governamental com o não governamental revela a natureza institucional híbrida do Projeto.

O Tamar conta com patrocínio nacional da Petrobras, através do Programa Petrobras Socioambiental, apoios e patrocínios regionais de governos estaduais e prefeituras, empresas e instituições nacionais e internacionais, além de organizações não governamentais. Mas é fundamental, sobretudo, o papel das comunidades litorâneas onde está presente e da sociedade civil em geral, que participa e colabora com o Projeto, individual e coletivamente.

Fonte: iBahia.com, com informações Projeto Tamar


Algumas perguntas e respostas sobre o Fórum Social Mundial 2018

Grupo da UFBA e do FSM trabalha para tirar dúvidas

05/01/2018 

A roda de conversa sobre o Fórum Social Mundial 2018, no auditório da Escola de Arquitetura, na segunda-feira, 11 de dezembro, deixou claro que a comunidade da UFBA tem uma série de perguntas sobre o evento. O grupo que vem trabalhando na universidade na organização do FSM, busca respondê-las.

Damien Hazard, membro do conselho internacional do FSM, lembrou que o fórum 2018 está sendo realizado com poucos recursos, devido aos retrocessos que o país enfrentou nos últimos anos, e, “portanto, é uma construção, acima de tudo, coletiva”.

Na conversa, o reitor João Carlos Salles destacou a importância da realização de um fórum desse porte em conjunto com a universidade e comemorou a parceria.

O reitor também enfatizou a grande oportunidade de a UFBA aprofundar as relações com diferentes agentes sociais e ampliar suas possibilidades de abertura internacional a partir do Fórum. “Somos um espaço interessado e cheio de significações, portanto queremos participar como ente coletivo e levar nossos trabalhos para dizer, dentre outras coisas, que sim, outro mundo é possível. E que nenhum deles vale a pena sem uma universidade pública, gratuita, inclusiva, de fato, e de qualidade”.




Algumas perguntas sobre o Fórum Mundial Social 2018

O que é o Fórum Social Mundial (FSM)?

O Fórum nasceu em Porto Alegre, em 2001, como uma iniciativa civil planetária que faz um contraponto ao Fórum Econômico de Davos, agregando propostas alternativas ao neoliberalismo e tendo como lema “Um outro mundo é possível”. É uma construção coletiva de soluções para problemas que giram em torno do meio ambiente, direitos humanos, educação, minorias, etc. E assim sendo, propõe e viabiliza a convergência de diferentes e heterogêneos setores da sociedade civil.


O que a UFBA tem a ver com o Fórum Social Mundial 2018?

Para a Universidade Federal da Bahia, que vai acolher o Fórum, ele representa uma oportunidade diferenciada de aprofundar, através do diálogo, questões pertinentes a inúmeros campos de pesquisa e extensão.

O FSM vai possibilitar o intercâmbio intenso da UFBA com movimentos sociais e pesquisadores do Brasil e de diversas regiões do mundo e, ao mesmo tempo, a projeção dos trabalhos realizados pela comunidade universitária em nível nacional e internacional.

Há que se considerar também o contato com manifestações culturais representativas da diversidade cultural do Brasil e do mundo.

A UFBA também vai trabalhar na construção de um painel de atividades artísticas envolvendo a realização do FSM

Como, sendo da comunidade da UFBA, participar do FSM 2018?

Membros, grupos de pesquisa e coletivos da comunidade universitária podem   se integrar aos grupos de trabalho (GTs) do FSM 2018. (Agenda de reuniões dos GTs disponível em www.facebook.com/forumsocialmundial2018/).

A UFBA terá sessões temáticas, mesas e intervenções artísticas, protagonizadas por professores, estudantes e técnicos da universidade, em articulação com os eixos temáticos do FSM 2018.

Serão selecionados até 500 trabalhos de pesquisa/extensão envolvendo estudantes de graduação e de pós, além dos seus respectivos docentes orientadores. Esses trabalhos serão vinculados aos eixos temáticos do FSM 2018.

As Mesas Temáticas serão cerca de 200 com duração de 3 horas e serão selecionadas dentre as propostas enviadas por docentes sempre na perspectiva dos eixos temáticos. Fica assim criada a figura do professor ‘agitador-temático’ e seus co-agitadores, coordenando esses grandes eixos e mobilizando convidados e interações com os convidados do FSM2018

Quais as articulações mundiais que estão acontecendo para o FSM 2018?

A dinâmica internacional em torno do FSM 2018 está se expressando de várias formas, entre elas a participação do Grupo Facilitador e do Coletivo Brasileiro do FSM 2018 em eventos internacionais da sociedade civil, em paralelo à previsão de vários eventos de dimensão planetária ou regional dentro do evento em março 2018.


Eventos internacionais ocorridos nos últimos meses de 2017

06 a 09/11 – Atividades paralelas a COP23 – Bonn/Alemanha

22 a 25/11 – Conselho Mundial da Paz – Vietnam

26 e 27/11– Fórum Cidadão (evento paralelo à Cúpula União Europeia-África)- Abidjan/Costa do Marfim

29/11 a 01/12 – Conferência nacional das OSC Moçambicanas – Maputo/Moçambique

08 a 10/12 – Encontro IV Internacional sobre a Paz – Argel/Argélia

08/12/2017 – Ato da Unasul em Apoio a Venezuela em São Paulo

09 a 13/12 – Cúpula dos Povos – FUERA OMC – Buenos Aires/Argentina

23 a 25/11 – Seminário internacional do FALP- Fórum das Autoridades Locais de Periferia, em São Leopoldo/RS

Também houve participação do Grupo Facilitador em reuniões preparatórias do Fórum Social Mundial das Migrações, que acontecerá no México em 2018, e do FAMA – Fórum Alternativo Mundial das Águas, entre outros.

Eventos internacionais previstos durante o FSM 2018

Fórum Mundial de Mídia Livre

Fórum Mundial de Saúde e Seguridade Social

Evento do Fórum Mundial das Migrações

Rede Diálogos em Humanidade

Fórum Mundial de Educação Popular

Atividade do Fórum Alternativo Mundial das Águas

Fórum Mundial de Teologia e Libertação

Assembleia do CEAAL – Conselho de Educação de Adultos da Américas Popular

Encontro Internacional dos novos paradigmas para outras alternativas de desenvolvimento (com a delegação brasileira da União Europeia e a Mesa de Articulación- Articulação de plataformas nacionais de ONGs da América Latina e Caribe)

Evento sindical da CSI- Central Sindical Internacional com outras centrais sindicais de âmbito mundial

Assembleia Mundial de Mulheres

Outros eventos estão sendo articulados por redes internacionais, no aguardo de confirmações.



MNCR CONSOLIDA TROCA DE EXPERIÊNCIAS COM A FRANÇA



05/01/2018

O Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR) iniciou sua interação com a França, em 2006, a partir da parceria com a France Libertés - Fondation Danielle Mitterrand que atua na defesa dos direitos humanos em vários países. A partir desse primeiro contato, foram realizadas diversas visitas mútuas para o intercâmbio de experiências entre organizações dos dois países que, apesar de apresentarem realidades bem diferentes, têm em comum a necessidade de buscar soluções para a situação das pessoas que vivem, na informalidade, da coleta e venda de materiais recicláveis ou reutilizáveis (os chamados biffins, em francês).

Segundo Samuel Le Coeur, fundador da Amelior (sigla de Associação dos Mercados Econômicos Locais Individuais e Organizados da Reciclagem), o trabalho dos biffins é, ao mesmo tempo, a materialização de uma situação de crise e a resposta a um padrão de consumo insustentável. “A organização desses trabalhadores é essencial para que eles possam ter seus direitos reconhecidos e acesso à proteção social. Isso também é positivo para a economia, pois promove a formalização dessa atividade.”

Le Coeur esteve na Expocatadores 2016, realizada em Belo Horizonte. Na ocasião, ele destacou a importância da união dos movimentos. “A organização dos catadores no Brasil em torno das cooperativas é um exemplo para outros países. Esse intercâmbio de experiências nos ajuda a aprimorar nossas próprias práticas, pois estamos todos em um só mundo, lutando contra a pobreza e a exclusão.”

Gilberto Warley Chagas, do MNCR, tem acompanhado de perto essas parcerias e falou sobre o tema ao Cempre Informa Mais. Acompanhe:

Quando teve início o intercâmbio com a França?

Tudo começou em 2006 com a France Libertés - Fondation Danielle Mitterrand que havia conhecido a luta e o trabalho dos catadores em outros países. A Fundação soube de nossas atividades através da Asmare (Associação dos Catadores de Papel, Papelão e Material Reaproveitável), de Belo Horizonte. Aí direcionou seu olhar para os catadores no Brasil, acompanhando a realidade nos lixões e depois a atuação das cooperativas e associações e, finalmente, o Movimento Nacional. Eles chegaram a ajudar na construção de uma creche para as mães da Asmare.

Em 2009, foi a primeira vez que o Movimento esteve na França, para o Festival Lixo e Cidadania que acontecia em algumas cidades em torno de Paris, em espaços para reutilização de roupas, móveis e objetos de descarte, com a realização de oficinas de arte com lixo.

Com quem são essas parcerias?

Os contatos são com diversos setores e organizações tanto aqui no Brasil como na França. Lá, temos relacionamento com ONGs que trabalham com a questão do reaproveitamento de recicláveis e a inclusão dos biffins que são trabalhadores que vivem da coleta e venda de materiais e objetos descartados. Eles estão organizados em torno da associação Amelior e muitas outras. Estão envolvidos também o Instituto Nenuca de Desenvolvimento Sustentável (Insea), a Associação Nacional dos Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis (Ancat), a Embaixada da França no Brasil, a Création Développement Eco-Entreprises/CD2E e várias prefeituras e Ressourceries (conjunto de associações para reutilização de materiais e objetos) francesas. É uma rede bem ampla de trocas, apesar de vivermos realidades específicas.

Como foram feitos os contatos?

Têm sido promovidas visitas de organizações francesas ao Brasil e idas de alguns de nós à França para conhecer projetos, práticas, dificuldades, conquistas... Ou seja, o que podemos ensinar e aprender uns com os outros.

Representantes do Movimento, do Insea e da Ancat estiveram em várias ocasiões em Ressourceries, prefeituras, empresas de reciclagem e espaços de trabalho dos biffins, acompanhando a realidade local. Fiz parte dos grupos que foram à França em 2009, 2011, 2013, 2016 e, neste ano, passamos 21 dias, entre setembro e outubro, em Paris, Lille e no norte do país, vendo de perto experiências ligadas à coleta, gerenciamento, reutilização, lixo zero e parcerias com o poder público e empresas privadas. 

Todos os parceiros também vieram ao Brasil em diferentes datas e cidades, em espaços de debates, workshops e seminários, participando inclusive da Expocatadores em São Paulo e Belo Horizonte.

Que características da organização dos catadores no Brasil chamam a atenção na França?

Acredito que chama a atenção a mobilização do Movimento junto aos catadores de recicláveis em todo o país. Também se comenta bastante a eficiência do trabalho desses profissionais mesmo sem muita estrutura, conseguindo um resultado bom em relação à quantidade e à qualidade do material coletado e triado, a inclusão dos catadores em associações e cooperativas e a formação de redes de comercialização. Isso sem falar na nossa organização política, na forma como dialogamos com o poder público, o setor privado e o apoio dado por instituições como o Cempre, por exemplo. 

Como o Movimento de tornou tão conhecido?

Acho que o Movimento ganhou visibilidade internacional por algumas questões. Em 2006, fizemos a marcha em Brasília, quando fomos notícia por termos, pela primeira vez, negociado parcerias com o governo federal, sendo recebidos e ouvidos pelo presidente da República, e isso atraiu a atenção fora do Brasil. Temos participado de decisões importantes em relação às políticas de destinação dos resíduos sólidos em nosso país. Além disso, fazemos parte da Rede Latino Americana de Catadores, Recicladores e Cartoneros, o que aumenta o alcance de nossas atividades.

Qual é a situação dos catadores na França?

Na França, não existe coleta com catadores nos moldes brasileiros. A retirada dos recicláveis está nas mãos de grandes empresas. O que as pessoas - os biffins - coletam é o descarte de roupas, móveis, eletroeletrônicos e eletrodomésticos, entre outros, para recuperação e venda nos mercados de ruas e nas chamadas “feiras de pulgas”. Muitas organizações com as quais temos contato gostariam de levar para a França o conceito de inclusão com geração de trabalho e renda através da organização dos biffins em associações e cooperativas. 

Na foto (da esquerda para a direita), representante da Ressourcerie recebe Luciano Marcos e Lívia Andrade, do Insea, Gilberto Chagas, do MNCR, e Francisco Lima, da Universidade Federal de Minas Gerais.

Para saber mais:

http://amelior.canalblog.com/
http://www.ressourcerie.fr/

Fonte: CEMPRE


Barreiras e outras 8 cidades baianas são incluídas no semiárido brasileiro



04/01/2018 

Nova delimitação incluiu ainda outras 64 cidades de outros estados do país e ocorreu após solicitação de estados e municípios devido à seca.

A cidade de Barreiras, no oeste da Bahia, e outros 8 municípios do estado foram incluídos pelo Ministério da Integração Nacional na região classificada como 'semiárido', que corresponde à zona mais seca país. Angical, Baianópolis, Canápolis, Cristópolis, Formosa do Rio Preto, Riachão das Neves, Santa Rita de Cássia e Santa Maria da Vitória também passam a fazer parte da área.

A nova delimitação, que incluiu ainda outros 64 municípios de outros estados do país, ocorreu após proposta feita por estados e municípios. A medida foi acolhida pelo Governo Federal, no final de 2017, devido à seca que atinge as regiões nos últimos anos. Com isso, o mapa do semiárido agora engloba 1.262 municípios brasileiros.

Além da Bahia, a ampliação do semiárido ocorreu nos estados de Ceará (10), Maranhão (2), Minas Gerais (6), Pernambuco (1), Piauí (21) e Paraíba (24), que teve o maior número de municípios incluídos.

Com a inclusão, os 73 novos municípios do semiárido passam a ter acesso a recursos e programas específicos de convivência com a seca, como fornecimento de água por carro-pipa, por exemplo.

Confira a lista completa das cidades adicionadas à zona do Semiárido, conforme aprovado pelo Condel em 23.11.2017

Código_IBGE UF Município

2901403 BA Angical
2902500 BA Baianópolis
2903201 BA Barreiras
2906105 BA Canápolis
2909703 BA Cristópolis
2911105 BA Formosa do Rio Preto
2926202 BA Riachão das Neves
2928109 BA Santa Maria da Vitória
2928406 BA Santa Rita de Cássia
2302057 CE Barroquinha
2302305 CE Bela Cruz
2302602 CE Camocim
2303907 CE Chaval
2304251 CE Cruz
2304954 CE Guaiúba
2306553 CE Itarema
2307254 CE Jijoca de Jericoacoara
2312403 CE São Gonçalo do Amarante
2313500 CE Trairi
2100907 MA Araioses
2112209 MA Timon
3109402 MG Buritizeiro
3151206 MG Pirapora
3157609 MG Santa Fé de Minas
3161106 MG São Francisco
3164209 MG São Romão
3170800 MG Várzea da Palma
2500304 PB Alagoa Grande
2500403 PB Alagoa Nova
2500502 PB Alagoinha
2500809 PB Araçagi
2501104 PB Areia
2501906 PB Belém
2502706 PB Borborema
2503803 PB Caldas Brandão
2505204 PB Cuitegi
2505808 PB Duas Estradas
2506301 PB Guarabira
2506400 PB Gurinhém
2507606 PB Juarez Távora
2508208 PB Lagoa de Dentro
2509339 PB Matinhas
2509800 PB Mulungu
2511608 PB Pilões
2511707 PB Pilõezinhos
2511806 PB Pirpirituba
2514453 PB São José dos Ramos
2515609 PB Serra da Raiz
2515807 PB Serra Redonda
2515906 PB Serraria
2515930 PB Sertãozinho
2611309 PE Pombos
2200608 PI Angical do Piauí
2201606 PI Beneditinos
2201919 PI Bom Princípio do Piauí
2202000 PI Buriti dos Lopes
2202539 PI Caraúbas do Piauí
2202653 PI Caxingó
2202901 PI Corrente
2203008 PI Cristalândia do Piauí
2203305 PI Demerval Lobão
2204659 PI Ilha Grande
2205581 PI Lagoa do Piauí
2205706 PI Luís Correia
2206407 PI Monsenhor Gil
2207702 PI Parnaíba
2208858 PI Riacho Frio
2209450 PI Santo Antônio dos Milagres
2209757 PI São Gonçalo do Gurguéia
2209807 PI São Gonçalo do Piauí
2210508 PI São Pedro do Piauí
2210623 PI Sebastião Barros
2211001 PI Teresina

Fonte: G1 Bahia


Cientistas do Inpe criam aplicativo com previsão imediata de chuvas para agricultores

Ferramenta vai fornecer dados sobre chuva para agricultores. Foto: Reprodução da internet

04/01/2018 

Cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) estão desenvolvendo um aplicativo com a previsão do tempo e informações pluviométricas voltadas para a agricultura. Com base no SOS Chuva, ferramenta criada para divulgar a previsão imediata de tempestades para a população, o aplicativo “agrícola” vai mostrar onde está chovendo e armazenar dados sobre o volume de água em determinada região para que o agricultor possa acompanhar e identificar eventuais variações de produtividade.

A expectativa dos pesquisadores é que a ferramenta contribua para a definição de estratégias para a chamada agrometeorologia de precisão – que analisa a variabilidade da produção a partir de fatores como fertilidade do solo e recursos hídricos.

Os cientistas também pretendem aumentar a compreensão da dinâmica das nuvens e melhorar modelos matemáticos usados na previsão climática. “É um projeto que tem o aspecto científico de melhorar modelos de previsão imediata e também outro aspecto associado à extensão, que é o desenvolvimento do aplicativo e de sistemas de alerta mais sofisticados para a Defesa Civil e para a agricultura”, explicou o pesquisador Luiz Augusto Toledo Machado, do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Inpe.

SOS Chuva

Lançado em outubro do ano passado, o aplicativo SOS Chuva pode ser baixado gratuitamente em smartphones e já conta com mais de 60 mil usuários. Por ele, a população consegue obter informações sobre a incidência de chuva, granizo ou tempestade com precisão de 1 quilômetro e antecedência de 30 minutos a 6 horas.

“A previsão de tempo que ouvimos no jornal é uma previsão que está, de certa forma, bem estabelecida. Sua teoria foi desenvolvida nos anos 1950. Já a previsão imediata é um desafio novo, com funções, equipamentos e modelagens matemáticas completamente diferentes. Até porque é diferente dizer que amanhã vai chover ou falar que daqui a duas horas vai chover no ponto exato onde você está”, disse  Machado.

Radares

Para fazer a previsão imediata, seja para o usuário comum ou o agricultor, o projeto conta com um radar meteorológico de dupla polarização – adquirido com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo e instalado no Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

A previsão do tempo convencional necessita de dados obtidos a partir de imagens de satélite, estações meteorológicas e também da interpolação desses dados. Já para obter os dados com precisão de 1 quilômetro de distância, como propõe o SOS Chuva, o radar de dupla polarização trabalha com a emissão e reflexão de comprimentos de onda. Ao emitir um feixe de energia, ele obtém a refletividade, uma medida da reflexão do feixe emitido pelo radar ao se chocar com um obstáculo, como uma gota de nuvem, por exemplo. O sinal então retorna para o radar e, dessa forma, é possível mapear o local exato onde vai chover.

Para fazer a previsão imediata de todo o estado de São Paulo, o projeto SOS Chuva conta ainda com as informações de outros quatro radares instalados em Bauru, Presidente Prudente, São Paulo e no Rio de Janeiro.

Com a ajuda do radar de dupla polarização, os pesquisadores conseguem ter uma visão tridimensional da nuvem e acompanhar a velocidade com que ela se propaga. Assim é possível analisar outros parâmetros, como acúmulo de cristais de gelo dentro da nuvem ou os chamados intrarraios, raios dentro da nuvem que são indicativos da ocorrência de granizo.

“Com o radar de dupla polarização conseguimos saber, por exemplo, quais os cristais de gelo que têm dentro da nuvem e a partir disso fazer cálculos e previsões”, afirmou Machado.

Segundo ele, ao acompanhar a nuvem, é possível saber como esses diferentes cristais aumentam e diminuem, indicando a previsão de severidade ou formação de tornados. “Conseguimos também informações a partir do vento, se ele está formando uma circulação fechada, se há descarga elétrica. Tudo isso somado nos ajuda a fazer previsões”, ressaltou.

O aplicativo SOS Chuva pode ser baixado na App Store (iOS) e na Google Play Store (Android).

Mais informações: http://soschuva.cptec.inpe.br/soschuva

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações


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